sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Palavras: o quanto são importantes?


Ela estava lá, no meio de uma frase casual, saída entre uma garfada e outra no jantar. A palavra, o vocativo a mim dirigido: namorado. A primeira e única vez até agora que ele me chamou assim. 29 dias de uma intensa convivência (oh! Em muitos sentidos...) e ei-la.
Se fosse em outros tempos a esta altura da relação (29 dias quase nos encontrando diariamente!) já estaria subindo pelas paredes com a falta de definição: estamos saindo? Ficando? Só trepando? Namorando? Sou um obsessivo por definições. Acho que é neurose de virginiano. Preciso saber onde estou pisando, nem que seja para reconhecido o terreno me jogar sem reservas nele. Tudo bem, eu não tenho medo de me sujar na lama dos equívocos, sempre preferi o muito ao mais ou menos quando se trata de arriscar o coração.
Mas desta vez, é diferente. Eu não passei pela fase de encantamento com o príncipe lindo, louro, bombado, num cavalo branco. Achei que era apenas um ótimo (põe bom nisso!) sexo. E aí começamos a falar sobre a vida, as respectivas famílias, desejos e planos. E cá estamos.
O que é? Não sei. Mas Faz 29 dias, ele me chamou para um café com uns amigos dele no feriado que vem e .. cá estamos. E está bom, muito bom.

Um comentário:

Venenoso disse...

ai q gostooooso!

eu tb preciso de definições. Namoro, só depois de pedido oficial e suspensezinho pra dar resposta! hehehe