Todos nós temos que ser responsáveis não só pela parte da vida que escolhemos para nós, mas também pelas conseqüências da outra parte, aquela que se faz quando o acaso, o impensável, o não-planejado acontece.
Com 17 anos eu fiz uma escolha que pensava ser toda a minha vida. Aos 27, mudei totalmente, re-invenção total para ser mais feliz, mais leve, muito mais eu mesmo. E sou.
Agora qualquer gesto de liberdade acarreta o ônus da responsabilidade. E tenho me descoberto forte e corajoso o suficiente para ele. Mas, não hoje. Tenho medo.
Diante dos desacertos que não dependem de mim, do que se espera e não acontece, da semente plantada que não vinga. Sim, tudo isto hoje. A reação: Força. Depois dos baques, repensar, refazer, continuar no ânimo necessário. Só agora, na pausa do cansaço, dou-me conta do estremecimento interior que me percorre.
É ruim pensar que a sua vida, em muitos aspectos, depende de uma única chance e que talvez esta seja mais difícil de alcançar do que se imaginava a princípio. Mas o que fazer senão continuar?
Invento, então palco, luz, o close. Relembro os bons motivos. Faço projeções futuras de rir de tudo isto, que então, será passado. Não para escapar, me iludir, fugindo à tensão do hoje. Mas para usá-la, contra a sua insistência, como uma propulsão para agarrar o que ora, apesar de parecer mais difícil, continua sendo, entretanto, a meta.
Com 17 anos eu fiz uma escolha que pensava ser toda a minha vida. Aos 27, mudei totalmente, re-invenção total para ser mais feliz, mais leve, muito mais eu mesmo. E sou.
Agora qualquer gesto de liberdade acarreta o ônus da responsabilidade. E tenho me descoberto forte e corajoso o suficiente para ele. Mas, não hoje. Tenho medo.
Diante dos desacertos que não dependem de mim, do que se espera e não acontece, da semente plantada que não vinga. Sim, tudo isto hoje. A reação: Força. Depois dos baques, repensar, refazer, continuar no ânimo necessário. Só agora, na pausa do cansaço, dou-me conta do estremecimento interior que me percorre.
É ruim pensar que a sua vida, em muitos aspectos, depende de uma única chance e que talvez esta seja mais difícil de alcançar do que se imaginava a princípio. Mas o que fazer senão continuar?
Invento, então palco, luz, o close. Relembro os bons motivos. Faço projeções futuras de rir de tudo isto, que então, será passado. Não para escapar, me iludir, fugindo à tensão do hoje. Mas para usá-la, contra a sua insistência, como uma propulsão para agarrar o que ora, apesar de parecer mais difícil, continua sendo, entretanto, a meta.
2 comentários:
E o que é viver senão uma grande invenção?
E vamos indo, vivendo.
;-)
Cheguei aqui e blog em blog e adorei tudo.
Bjos
Os riscos e as renúncias. Benditos sejam!
Delicioso mesmo é perceber que as únicas chances nunca são únicas e que as escolhas para toda a vida são periodicamente redimensionadas.
Ser um a cada dia e todos em um dia só!
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