Nesta temporada (??) na casa dos meus pais, na longínqua barra da tijuca, eis que ao lado do pão de cada dia e do sonho que move a vida, surge outro item fundamental: o meu MP3 (também conhecido como Ipobre).
Antes só usado na corrida, agora sempre que preciso me deslocar, estão lá os fones nos ouvidos. E não é que a música encurta distâncias, dissipa monotonias e dá um ar de clip para todas as coisas que surgem entre um ponto e outro da cidade!
Parece que de acordo com o que toca (e são muitos artistas de alguns diversos estilos – Atente-se música de verdade! Please) estou num filme blockbuster americano, num existencialista francês, ou um bonitinho do novo cinema brasileiro. Há ainda participações especiais em clipes da Madonna (gravados dentro de ônibus?!), e até em filmes gays, sim! (aiai... tantos gatos pela rua).
Além disso, o isolamento que o meu vasto mundinho musical proporciona, me livra de aturar o que mais me tem irritado ultimamente: os homens e mulheres-pires! O mundo é uma imensa loja de louças onde tudo que era fundo se quebrou (quase) e os rasos estão aos montes por aí...
P.S. Um post meio esquisito e desconexo esse, mas... tá valendo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário