Sem dúvida alguma as grandes crises não se dão por causa da desvalorização da bolsa, do déficit na balança comercial ou das onipotentes ameaças ecológicas. Não se deflagram quando países como o Irã ou a Coréia do Norte tem o know-how pra a bomba atômica, ou se você, blogueiro querido e maludo, não ganhou o concurso que a Vaca Jersey bolou só para renovar o estoque de fotos de machos de cueca a serem postadas em breve no Pelo Tesão do Boi Zebu.
A maior crise planetária se dá no campo das relações. Temos inteligência, vontade, dizem que, somos seres sociáveis, logo, deveria ser natural, fácil, quase indolor pôr-se em relação, seja familiar, de amizade, ou algo que eu chamaria de “romântica”. Mas não é. E eu descobri uma coisa importante a respeito do porquê disto.
Não é a solução para este problema ancestral e onipresente. Se fosse, ao invés de divulgá-la de graça aqui no blog, escreveria um livro e chamaria a Ana Maria Braga e o Cid Moreira para um áudio-book. Mas, de qualquer modo, talvez seja uma importante percepção a respeito de mim.
É preciso estar centrado. Tranqüilo, minimamente satisfeito consigo próprio e ir às pessoas como quem se dirige a um passeio turístico, sabendo que por mais que você vislumbre minimamente o que vai encontrar, esta expectativa não condiz, muitas e muitas vezes, com a realidade, para o bem e para o mal.
Sei que é o óbvio lulante, escrito num livro não venderia nada (hum... se bem que “O Segredo” vendeu horrores e Paulo Coelho é um Best-seller), mas quando de alguma maneira isto passa do plano das idéias para a vida prática o que ocorre é uma sensação de confiança e empoderamento bem interessantes.
Os episódios reais que motivaram este post excessivamente teórico de auto-ajuda chinfrim numa tarde morna de sábado ainda se desenrolam, por isto, antes de me referir factualmente a eles, aguardo seu grand finale ou ao menos, as cenas dos próximos capítulos.
P.S. De volta, galera! Pra falar a verdade, nem sei o porquê do sumiço. Foi a semana mais tranqüila do ano. Além da única obrigação de dar as últimas aulas dos cursos no semestre, o que fiz foi dormir horrores. Por volta de umas onze, doze horas, coisa que não fazia a séculos.
10 comentários:
Eu tenho uma teoria bem chinfrim também, muito parecida com a sua e que eu referencio somente `mim (minha ciência não é generalista): se eu digo pra alguém que ele gosta de mim, se ajo como se ele gostasse de mim, seme acho bonita e interessante pra ele gostar de mim...tchan, tchan, tchan: eles gostam!!! Funcionoava, pelo menos. Mas como passei 10 anos fora do circuito, tenho que voltar a testar. Primeiro teste hoje, breve notícias (enquanto espero as suas)...
Caraca... fatos que se desenrolam é uma coisa meio complicada... principalmente quando a gente quer se enrolar... ;-)
Enfim... concordo com o teu post e com o comentário da Borboleta, mas confesso que eu não estou lá nas melhores fases para dizer nada.
Legal teus textos e teu blogue, com certeza volto mais vezes! Até!
fato ... sempre nos decepcionamos com as pessoas, mas entendo q esta decepção é fruto de uma visão segmentada que insistimo em aplicar a tudo e a todos ... olhamos tão somente aquilo q nos agrada e perdemos a dimensão do todo ... todos somos seres multi-facetados e só faremos sentido qdo formos olhados em nosso todo ...
bjux
;-)
Gentem! acho q seu lance no leilão será imbatível ... acho q posso até dar um desconto de US$3000 ... kkkkkkkkkk
bjux
;-)
Já falei que eu sou estranho. Já?
Então... Eu não procuro pessoas e não espero muito delas. Se o que dou é correspondido, sempre estarei envolvido, mas se não é, minha seletividade natural se encarrega de me livrar de qualquer coisa que eu sinta. Isso me faz estar sempre um passo a frente.
Beijos RAFINHA.
p.s.: vc participou do concurso da vaca? se sim, quem era vc?
Eu entendo muito pouco de relacionamentos por - acredito eu - nunca ter vivido um, mas sempre cou procurado para dar conselhos. E dizem que resolve...
Eu até hoje confesso que sempre me acho atrapalhado nesse âmbito. O que me agrada nem eu mesmo consigo entender, mas já estive envolvido em histórias o suficiente para saber o que não quero.
Mas vc sabe que essa teoria que vc traz com vc foi algo que eu filosofei primeiro after show da kelly key que fui no domingo passado... Se eu consegui me diveritr baldes num show da kelly key era pk havia algo interno tão pré disposto a isso que o faria até no inferno... Mas exatamente o contrario ocorre qdo to de bode, q tudo, ABSOLUTAMENTE TUDO, me irrita, até o que eu normalmente gosto.
Qto aos seus ultimos comentarios lá no blog... Viu como valeu apena esperar o próximo post??? rsss...
E por fim vou colocar uma frase do club da luta q ilustra bem o começo do seu post:
"Nós somos os filhos do meio da história, sem propósito ou lugar.
Não tivemos Grande Guerra, não tivemos Grande Depressão.
Nossa grande guerra é a guerra espiritual, nossa grande depressão é a nossa vida"
Eu tenho convicção de que uma relação só pode se estabilizar como algo produtivo e prazeroso a partir do momento que duas coisas
1- O seu bem estar consigo mesmo
2- A sua capacidade de abstrair o que espera do outro, e deixar as coisas acontecerem sem influenciar.
Quanto mais pessoas eu vejo citando esses fatores, mais convicção tenho que meu vislumbre não foi assim, tão aleatório...
Beijos Rafa!
E relaxa home. Não caio toda semana... são acidentes antigos, todos já foram e deixaram suas devidas marcas XD.
Fico felioz que vc tenha tido uma semana bacana. E o texto tava delicioso de ler.
bjão!
hmm. tbem dormi horrores estes dias... mas agora fiquei curioso para os proximos capitulos. mantenha-nos informados. bj
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