Ando meio obcecado por Florence Welch. Isto significa longas horas de pesquisa na net em busca de delicinhas raras e que me conseguem arrancar um belo sorriso do rosto. Biografia não me interessa, agora a discografia...
Florence participou de uma banda que lançou um único CD, em 2007, chamada "Ashok". O som é bem legal e o estranho é ouví-la fazendo quase que só a segunda voz nas músicas. Confere a ótima "New Year's ansiety":
Depois, a ruiva mais delícia da Inglaterra se juntou com Isabella Summers numa banda de dois com nome complicado, "Florrible and Misrabella". Desta época temos "Small hands":
Sem esquecer as versões alternativas às do primeiro álbum:
E o melhor é que Florence fará shows no Brasil: Rio de Janeiro, São Paulo e Floripa, em Janeiro. E o mais legal é ficar sabendo pela própria, no facebook. Pergunta, pergunta se eu vou...
terça-feira, 22 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Conclui-se que...
No post passado, o tema principal, era, sem dúvida alguma, o absurdo mercado imobiliário do Rio de Janeiro, com preços para os quais o céu é o limite. Tinha até imagem mega-ilustrativa sobre o assunto.
Eu pensei que os queridos comentadores iriam tecer considerações sobre as causas de tal desvario imobiliário, deixar testemunhos edificantes de como conseguiram o sonho da casa própria, apresentar uma comparação de preços entre o Rio e a própria cidade, ou, investigar as causas econômicas e sociais do fenômeno.
No entanto, bastou eu escrever “marido” e citar, assim, em passant, que estávamos procurando apê juntos para ser este o assunto que bombou nos comentários. De onde se concluí que:
O POVO DE BLOGSVILLE GOSTA MESMO É DE FOFOCA!!
rsrsr
Eu pensei que os queridos comentadores iriam tecer considerações sobre as causas de tal desvario imobiliário, deixar testemunhos edificantes de como conseguiram o sonho da casa própria, apresentar uma comparação de preços entre o Rio e a própria cidade, ou, investigar as causas econômicas e sociais do fenômeno.
No entanto, bastou eu escrever “marido” e citar, assim, em passant, que estávamos procurando apê juntos para ser este o assunto que bombou nos comentários. De onde se concluí que:
O POVO DE BLOGSVILLE GOSTA MESMO É DE FOFOCA!!
rsrsr
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Alugar ou morrer
Uma pesquisa recente mostrou que o custo de vida no Rio de janeiro é um dos mais caros do mundo. Mais caro que Nova York, tanto quanto Paris. E isto, naturalmente, vale para o preço dos imóveis. Qualquer kitinete meia-boca começa, só o aluguel, em R$ 600. E isto, os bem ruinzinhos, e no centro da cidade, claro, zona sul nem pensar.
Eu e marido estamos procurando um quarto e sala realmente habitável no centro, porque onde moro agora, Flamengo, é impossível. Outro dia parecia um milagre anunciado nos classificados: uma rua perto da minha, quarto e sala, por apenas (?) R$ 1.450. Chegamos animados para a visita: uma sala que dava para o pátio interno do prédio e uma cozinha que, na verdade, era um vão no corredor entre a sala e o quarto.
Neste calvário imobiliário, se você acha um apê bom e barato, faz-se a guerra. Corra imediatamente para a imobiliária com a ficha preenchida na mão, os documentos em ordem e reze para o seu fiador ter mais cacife do que o do concorrente. Há anúncios que exigem que o fiador tenha 2 imóveis!
Perder um apê bom e barato nestas circunstâncias só com anos de terapia, uma imensa capacidade de superação e um bom porre, como se fosse um amor que se foi, um parente numa desastrosa curva de estrada.
Mas também não adianta baixar o nível de exigência. Eu, por exemplo, faço questão de uma vista digna (eu disse "digna" não "maravilhosa") e uma sala que caiba amigos reunidos em preguiçosas tardes de Domingo.
No Rio, alugar é para os fortes...
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
O que você quer ouvir de verdade
Fazia muito tempo que um álbum da Marisa Monte não me pegava assim, na primeira distraída escutada. De certa forma para os phynnos e phynnas da música é um álbum quase para se ter vergonha de gostar, um flerte deliberado e delicioso com o brega, cheirando a rádio anos 70 e, por isto mesmo, uma delícia. Tem até forró! Quem diria hein, Senhora Monte?
Mas a música-chiclete para mim é esta aí embaixo:
Mas a música-chiclete para mim é esta aí embaixo:
terça-feira, 15 de novembro de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Pequenas bobagens ou "Falta de inspiração é uó"
Será que este blog morrerá de inanição? Nenhuma vontade e inspiração para escrever.
***
Por acaso, quando meus amigos de Manchester chegaram lá em casa estava tocando Adele. Percebi pela cara de Micky que eles não agüentariam ouvir mais um segundo. Karla me disse que “Someone like you” é a música-chiclete nas rádios inglesas. E eu respondi: “Você reclama porque não conhece o Luan Santana, darling”.
***
Barba voltando e topete cada vez maior, num estilo moderno-desconstrutivista que leva séculos para construir... Mas gostando de sair com meu topetão na rua, algo descolado mode on.
***
Agosto não é nada. Setembro tem: Amigos russos (oba!), Boroboleta e S. lá em casa (SAP: muito amor, cervejas e risadas) e meu aniversário.
***
A melhor decisão que tomei: parar de pensar tanto. Pros cerebrais como eu a mente está cheia de cadafalsos e cantos escuros onde se perde o desejo, se estrangulam afetos.
***
Terá sido este o último post????
Um fim de semana incrível para todos os habitantes de Blogsville!!
***
Por acaso, quando meus amigos de Manchester chegaram lá em casa estava tocando Adele. Percebi pela cara de Micky que eles não agüentariam ouvir mais um segundo. Karla me disse que “Someone like you” é a música-chiclete nas rádios inglesas. E eu respondi: “Você reclama porque não conhece o Luan Santana, darling”.
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Barba voltando e topete cada vez maior, num estilo moderno-desconstrutivista que leva séculos para construir... Mas gostando de sair com meu topetão na rua, algo descolado mode on.
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Agosto não é nada. Setembro tem: Amigos russos (oba!), Boroboleta e S. lá em casa (SAP: muito amor, cervejas e risadas) e meu aniversário.
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A melhor decisão que tomei: parar de pensar tanto. Pros cerebrais como eu a mente está cheia de cadafalsos e cantos escuros onde se perde o desejo, se estrangulam afetos.
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Terá sido este o último post????
Um fim de semana incrível para todos os habitantes de Blogsville!!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
O circo dos horrores
Eu só quero dizer que eu entendo. Nem todas as peças se encaixam, a felicidade do tudo bem e do “faz sentido” é mesmo rara e efêmera e no cotidiano de tudo, os satisfeitos é que me parecem loucos.
Eu não sei se você era realmente o fenômeno que dizem. Gostava de algumas de suas músicas, mas com dois discos, sem produzir nada há anos, não sei. E me incomodava também a figura grotesca que você virou: seu inimaginável penteado, esses olhos e os tombos. Uma figura caricata de comédia ridícula até no “Pânico na TV”. Incomodava-me porque acho que rir da dor dos outros é sempre uma atitude desesperada para encobrir a própria dor.
Eu achava isso mesmo. Mas descobri que pior do que encobrir a dor, é ter gente que não a sente. E isto é tão pior! Eu entendo os artistas geniais, os loucos insociáveis, os suicidas, os que se perdem nas drogas. Isto de “vida” não é fácil. E se, de algum modo, você foi marcado com uma sensibilidade à flor de tudo, fica ainda mais difícil ainda que também mais belo. Por isto eu não gosto dos que riem da dor, mas gosto menos dos que não a sentem e olham atravessado, fazem um comentário enojadamente moralista e voltam pra suas vidinhas ridículas e previsíveis.
Enfim, eu só quero dizer que te entendo.
Eu não sei se você era realmente o fenômeno que dizem. Gostava de algumas de suas músicas, mas com dois discos, sem produzir nada há anos, não sei. E me incomodava também a figura grotesca que você virou: seu inimaginável penteado, esses olhos e os tombos. Uma figura caricata de comédia ridícula até no “Pânico na TV”. Incomodava-me porque acho que rir da dor dos outros é sempre uma atitude desesperada para encobrir a própria dor.
Eu achava isso mesmo. Mas descobri que pior do que encobrir a dor, é ter gente que não a sente. E isto é tão pior! Eu entendo os artistas geniais, os loucos insociáveis, os suicidas, os que se perdem nas drogas. Isto de “vida” não é fácil. E se, de algum modo, você foi marcado com uma sensibilidade à flor de tudo, fica ainda mais difícil ainda que também mais belo. Por isto eu não gosto dos que riem da dor, mas gosto menos dos que não a sentem e olham atravessado, fazem um comentário enojadamente moralista e voltam pra suas vidinhas ridículas e previsíveis.
Enfim, eu só quero dizer que te entendo.
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